Vils Brothers, em seu blog, fazem votos de um feliz natal e um 2008 com altos vôos, e ainda aproveitam para brindar a galera com esse magnífico vídeo-cartão.
### FELIZ 2008 ###
Vils Brothers, em seu blog, fazem votos de um feliz natal e um 2008 com altos vôos, e ainda aproveitam para brindar a galera com esse magnífico vídeo-cartão.
### FELIZ 2008 ###
Agora só falta eles darem um jeito de acabar com aquele barulho incômodo...
Para quem não teve a oportunidade de conhecê-lo, o americano Mike Barber, é uma daquelas pessoas serenas mas completamente obstinadas para alcançar aquilo que desejam. Sua paixão é o vôo livre de longas distâncias, o famoso Cross Country, ou XC.
Após o Sol ter brilhado sem dó durante o final de semana, a segunda-feira amanheceu chuvosa aqui em Balneário Camboriú/SC, mas enquanto isso, lá no Rio, deu Cristo novamente, como não podia deixar de ser, o Nader foi até lá no final de tarde para conferir. Ao lado o registro do momento especial, em mais uma de suas fantásticas fotos. Para quem não sabe, Nader Couri é o voador/idealizador do documentário "Asas um Sonho Carioca", um filme de Sylvestre Campe, premiado no V Festival Internacional de Cinema de 2006, na categoria de filmes de montanha. Ainda não viu, não fique aí parado, é alucinante, e pode ser adquirido pelo site em formato DVD. Talvez, as mais belas imagens do vôo livre de asa delta já captadas por lentes profissionais.
Chico Santos, da GOUP, acaba de anunciar que, atendendo ao grande número de pedidos, em breve estará disponibilizando para aquisição um kit composto por camiseta e DVD de tudo que rolou durante o Rally dos Sertões. Aguardem, logo logo mais informações.
No próximo sábado, dia 15, acontecerá a festa de encerramento do Campeonato OnLine de XCountry do Sul do Brasil, o FLEXICOTTON. O formato do campeonato é fantástico, instiga os pilotos a buscarem a condição para realização de vôos mais longos. São computados os 05 melhores vôos de cada piloto, limitado ao máximo de 02 os vôos de uma mesma rampa. Dessa forma, além da obrigação de voar em localidades variadas, faz-se justiça e equilibra-se a disputa, não havendo favorecimento aos pilotos que moram próximos a picos de vôo com melhor condição, nem prejuízo àqueles onde o vôo é mais fraco. Os números do campeonato:
Pilotos Inscritos: SC (68); PR (25) e RS (12).
Vôos Realizados: SC (332); PR (58) e RS (122).
Distância Voada: SC (10.385,41 km); PR (1.572,69 km); RS (3.458,47 km) - Total: 15.416,56 km.
Vôo mais longo: SC(144,58 km); PR (95,19 km) e RS (115,58 km).
Média dos Vôos: SC (31,28 km); PR (27,12 km) e RS (28,35 km).
Local: Hotel Fazenda Mundo Novo (chalés próximo à sede)
Cidade: Pomerode/SC
Dia: 15 de dezembro de 2007
Horas: 20:00 hrs
Nosso querido Zé Maria, agora com sua Aeros Combat, tem mostrado o que o vôo livre representa para ele nesse momento. Um cara sensacional, que ama o esporte e tem se dedicado a voar distâncias aonde quer que a condição esteja. Zé Maria, depois de um ano de condições fracas, aproveitando a melhora das últimas semanas, e na disputa pelo primeiro lugar do Campeonato de XC de Santa Catarina, o Flexicotton, se dedicou integralmente nos últimos 15 dias à busca de bons vôos. Esteve no Escalvado, Canelinha, Jaraguá do Sul e por fim em Tangará, sempre acompanhado de sua fiel escudeira Yara. O que seria de um voador sem o apoio da companheira. Às vezes investindo na barca junto comigo, Robert ou João Rotor, outras, na garra, sozinho com obstinação.
Vem de lá galera do vôo livre. Nesse domingo, 09/12, às 22:30, será veiculado na ESPN Brasil a cobertura do Rally SOSertões, que aconteceu durante o mês de novembro no sertão nordestino. A expedição partiu de Recife até os Lençóis Maranhenses, tendo sido coberto um total de 1080 km, em 7 dias de vôo. O programa terá 50 minutos de duração e será inteiramente dedicado ao vôo livre. Não percam. Mais informações no site oficial do evento, SOSERTÃO, by Chico Santos.
Acontece nesse final de semana (07, 08 e 09) o 15º Festival Sul-Brasileiro de Vôo Livre, a ser realizado na cidade Timbé do Sul/SC. Aberto para pilotos de asa e parapente, o evento contará com premiação em dinheiro correspondente a 50% do valor arrecadado com as inscrições, que podem ser feitas no pouso oficial do Poço do Caixão, a R$ 30,00, garantindo direito a camiseta personalizada do evento, café da manhã no sábado e domingo, alojamento no pouso com completa infra-estrutura para camping, troféus para os primeiros colocados de cada modalidade, ingresso para o show da banda Iriê e transporte para a rampa de decolagem.
Nesse sábado a galera do médio vale se reuniu para um free fly em Canelinha. Presentes Amílcar, Dingo, Zé Maria, Robert, Henrique, Cristiano, Simas, Fábio Negão, Maninho, Victor e Nilton. A intenção era chegar cedo à rampa, mais uma vez não conseguimos. Asas montadas o primeiro pelotão decolou por volta de 12:40 (Beto, Zé e Maninho). Uma saída bastante suada com térmicas quebradas e fortes descentes, cerca de 30 minutos de vôo próximo a área da decolagem, os três se alternando e birutando uns para os outros. Graças a isso em determinado momento foi possível engatar numa termal mais consistente que nos levou à casa dos 1.300 metros. Foi o suficiente para partida ao cross. Até esse momento os demais pilotos não haviam nem decolado ainda. Robert e Zé Maria jogaram para a roubada já na rota em direção a Santo Amaro. Eu, como sempre mais receoso, peguei justamente o sentido contrário e tirei em direção à BR-101. Uns 5 km depois encontrei outra ascendente e com a maior possibilidade de pousos nessa rota direcionei novamente o vôo no sentido SAI. O teto ali era mais baixo do que na região do vale, em razão da proximidade com o mar. Entubei a apenas 1.000 metros e depois disso não mais superei essa altura. Nos 15 km fiquei baixo em uma região de poucos pousos, mas com duas opções para salvar a brincadeira, 100 metros, cinto aberto, um pequeno piriri começa no vário. Hora de concentração. Deu certo, aos poucos fui subindo na deriva dela mas só alcancei 750 metros. A essa altura estava também um helicóptero enorme do exército que deve ter me visto botando a asa de faca para facilitar a visualização, pois logo alterou sua rota. Numa decisão errada encarei o vento de frente na direção de Biguaçú e por lá acabei pousando, numa área de plantação de grama de dar gosto. Depois fiquei sabendo que o Robert tinha cumprido o vôo declarado e pousado na sede do Clube de Vôo da Lagoa, em Santo Amaro. Zé Maria ficou próximo a mim em Antônio Carlos. Surpresa foi chegar a SAI para resgatar o Beto e ver o Dingo feliz da vida tomando uma cervejinha gelada. Decolou bem atrasado mas mesmo assim concluiu o percurso previsto. Não tive, até então, notícias do resto da galera.
Na imagem ao lado estão os tracklogs dos vôos realizados pelo Robert (81km e pouso em Ibirama) e Zé Maria (65km e pouso em Apiúna) na última quinta-feira. Estão de parabéns pelo grande vôo, num local repleto de roubadas. Os dois não estavam para brincadeira e já há alguns dias perseguiam a condição com o intuito de somar distâncias para pontuação no campeonato de XCountry Catarinense, o Felxicotton. E não deixaram por menos, aproveitaram a condição e mandaram altos vôos nos últimos dias. Assim, seguem respectivamente em primeiro e segundo colocados no campeonato, que encerra no próximo sábado dia 08 de dezembro. Eu, pobre mortal trabalhador, daqueles que tem horário de saída e entrada no trampo, deixo aqui mais um protesto a São Pedro, para que colabore com a classe e mande as boas condições de vôo também nos finais de semana, ao contrário do que tem feito ao longo desse ano.
Definitivamente a temporada de vôo chegou a Santa Catarina. Depois de um ano caracterizado pela predominância de um clima bem "estranho" para a prática do vôo livre, as condições começam a melhorar e a promessa de bons vôos tende a se concretizar.
Os voadores/trabalhadores do Estado de Santa Catarina aderiram às manifestações deflagradas no último final de semana, no Rio Grande do Sul, contra as chuvas de final de semana. O movimento teve início no blog do Neko, ASADELTARS, confira:A quarta-feira anunciou o que poderia acontecer com a condição no dia seguinte. Não teve jeito, não ia dar para trabalhar com aquele céu... Formei a barca com o Robert e minha mulher no resgate. Tudo certo, só não conseguimos chegar tão cedo na rampa. Decolamos às 12:30, com a sensação de que até mesmo uma hora antes teria sido um bom horário para alçar vôo, pois a condição já estava por lá, e o vento ainda moderado.
Robert investiu um pouco à direita e lá engatou na primeira termal, antes mesmo de chegar onde ele estava bati numa consistente que me levou próximo aos 1.000 metros - o teto naquele momento, marcha caçada e a primeira tirada entre a 470 e o morro do Baú. A termal do Beto não rendeu tanto, ele ainda jogou para baixo de onde eu estava mas já não a mesma coisa, optou então por tirar por sobre a cordilheira, batendo mais a frente num canhão que o levou ao teto e lhe proporcionou uma boa tirada. Atrasei um pouco o vôo com medo de entrar numa nuvem de base mais escura, a 1.250 metros, com isso o Beto veio derivando e acabamos nos encontrando novamente.
Outra tirada, optei por seguir pela BR470 enquanto ele se jogou rumo ao Baú, decisão mais acertada pois garantiu boa sustentação, enquanto eu afundava. A essa altura o vento já deveria ter o dobro da intensidade de quando decolamos. As termais estavam totalmente quebradas e difíceis de encaixar. O Beto tirou em direção a Gaspar e dali para frente nada mais subia, não foi possível alcançar a condição, acabou pousando próximo à fábrica do Ivo, que lhe deu uma força e ficou com aquele semblante de quem queria ter participado da brincadeira. Foram 26 km e 54 minutos de vôo, e a certeza de que poderia ter sido muito mais.
Como já não tinha altura confortável, e noiado com os arrozais da região, optei por voltar no contra vento na intenção de escorar na serrinha e aguardar um gatilho que me colocasse de volta ao vôo, o que não aconteceu, mas pelo menos naquele local um pouso seco era garantido. Foram 41 minutos de vôo e 18km de distântcia, com maior ascendente de 5,7m/s e descendente de 4,3m/s, 1.250 metros de altura.
Foi de chorar, a condição estava animal e bombou até o fim do dia. O resgate estava em baixo para acompanhar o vôo. Mas não foi dessa vez. Tudo bem, foi show de bola, como sempre.
PS.: os parapentes estão descobrindo o Escavaldo também, assim que decolamos chegaram 06 pilotos, sendo que dois deles pousaram no trevo 470/Gaspar e outro, um canadense, pousou junto comigo, quase que de ré por causa da ventaca.
Há poucos dias terminou no nordeste brasileiro o Rally SOSertão 2007. Pilotos de todo o país participaram do evento e lançaram na internet suas impressões e experiências. Uma em particular me chamou muito a atenção. Navegando pelo blog dos irmãos Vils me deparei com um relato bastante interessante das experiências do Erick (foto ao lado), e confesso que fiquei surpreso com o "Kit Roubada" montado para enfrentar as animosidades do sertão nordestino, confira abaixo:Mais uma vez a fissura para voar era grande, e mais uma vez São Pedro não deu a mínima e deixou a galera na mão em pleno feriadão. Apesar da incerteza da condição resolvemos colocar as asas no carro e seguir para Canelinha. Quando chegamos na rampa, por volta de 1h da tarde, após aquela velha enrolação pra conseguir resolver tudo antes do vôo, o Robert e Fábio Negão até que ficaram empolgados e acreditando em um bom vôo. Confesso que não fiquei muito animado, principalmente depois de constatar que a forte pressão de leste/sudeste predonimava na rampa. Nem tirei o brinquedo do carro, ali mesmo defini que não me jogaria do deck da pedra com uma ventaca lateral daquelas, para felicidade do Robert que tinha levado o Betinho, seu filho, e com a minha desistência acabava de garantir, além do resgate, baby siter para o pequeno resgatinho.
Montadas as asas, a pressão de sudeste era tanta que acabou criando um rotorzinho que, em alguns momentos, entrava de frente na rampa de sul, para sorte dos que voariam e felicidade daqueles que se livraram da tensão dos cabos na decolagem do deck.
No final foi tudo bem fraco. O Robert ainda ganhou a rampa e fez um voozinho local na turbulência. Só pra ter idéia, o vario dele registrou 9,4m/s pra baixo. Já o Fábio Negão partiu direto para o foot hill. Mais uma vez desci de carro amarradão com a certeza de ter feito a coisa certa.
Nos próximos dias 17 e 18 de novembro, acontece em Santo Amaro da Imperatriz a última etapa do Campeonato Catarinense de Asa Delta de 2007.
Contrariando todas as previsões climáticas, o dia amanheceu sem nenhuma cara de chuva. Apesar do forte cirrus que reinava em quase todo o médio vale do Itajaí, e mesmo com a etapa do campeonato cancelada, a galera parecia estar fissurada para voar. Logo cedo começaram os celulares a tocar pra saber onde seria. Rodamos até Gaspar, mas a condição de cirrus era intensa no local, enquanto que em Canelinha, à medida que o Sol se fazia mais presente, o azul do céu se mostrava mais intenso.
Enquanto curtimos esse tempo maluco aqui do Sul, que não tem permitido bons vôos, lá pelo nordeste a condição está bem diferente. O gaúcho André Wolf, atual campeão brasileiro e detentor dos recordes Gaúcho (225km) e Catarinense (176km), quebrou o recorde brasileiro de distância, que até então pertencia ao brasiliense Fernando DF. André Wolf decolou da rampa de Quixadá, no Ceará, por volta das 9h da manhã, pousando em Coelho Néto, no Maranhão, percorrendo um total de 452km. O recorde anterior era de 425km.
Já ouvimos falar de muitos nomes de pessoas envolvidas com o surgimento do vôo livre de asa delta do Brasil, nos idos dos anos 70, mas esse, em particular, eu não nem conhecia, muito menos sabia que em 1975 já existia asa "made in brazil". Quem mandou algumas informações a respeito foi o Jairo Carvalho, piloto de São Paulo, para a lista dos amigos voadores. Segundo ele, Roberto Stickel, um dos pioneiros do vôo livre do Brasil, fez, em 1975, um vôo com a primeira asa delta totalmente fabricada no Brasil, pela Performance.
Impressionante o acervo de imagens dos mais diversos modelos de asas já fabricados. Dispostos em ordem cronológica nos permitem uma boa noção de como o sonho de voar livre tem evoluído ao longo dos anos. Para os mais "antigos", nostalgia total, com vários modelos bem conhecidos. O link, enviado pelo Lupercio, piloto do Rio, está disponível no blog do Neko (asadeltaRS), e aqui o repasso para quem quiser conhecer. Vale a pena. Senti falta das nossas famosas Andorinhas, talvez até tenham passado desapercebido diante da enorme quantidade de marcas e modelos.
No mês de novembro, os céus do Nordeste brasileiro ganharão novas cores com a caravana do Rally SOSertão Voando, que mistura esportes de aventura com ajuda social. Serão 20 asas delta, 10 parapentes e 5 trikes (asa motorizada) que percorrerão 1080 quilômetros passando por seis estados: Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão. Além disso, a equipe conta com 15 carros de apoio, dois caminhões e dois ônibus.
Em poucos dias, completo o ciclo de mais um ano de vida. 07 de novembro de 1972, agora já se vão 35 belos e maravilhosos anos. Como de costume, hora de me presentear com algum brinquedinho novo.
ETAPA TRANSFERIDA - A etapa de Jaraguá do Sul, programada para acontecer esse final de semana, foi transferida para os dias 20 e 21 de outubro, já que as previsões meteorológicas são bem desfavoráveis.Diversão em todos os níveis: pano simples, pano duplo, com king, sem king e até mesmo de bacalhau, direto de Cloud 9. Confira diariamente notícias sobre o vôo OZREPORT.
Demorou, mas agora parece que vai. O domingo proporcionou o que muitos de nós estávamos aguardando há dias. Logo pela manhã já era possível perceber que seria um bom dia de vôo. Nuvens bem definidas convidavam para um animado dia no “parque”.
Definidas as últimas etapas do Campeonato Catarinense de Asa Delta – Com encontros programados para os próximos meses de outubro, novembro e dezembro, o campeonato segue ainda sem definição.
A Diretoria do Clube de Vôo Livre da Galera (CVLG) convoca a todos para participarem da reunião que acontecerá no dia 22 de setembro (sábado), na sede do Clube Lagoa Azul, em Canelinha, a partir das 10:30.